Em verdade, contudo, o nome adveio da construção de um clube na beira do Rio Camurujipe que ali se curva antes de desembocar no mar.

Certamente que a construção desse clube foi precedida pela melhor das boas intenções, no entanto os seus responsáveis não atentaram pelas péssimas condições das águas do rio que ali corre, bem próximo, exalando um cheiro insuportável. E os sócios foram se afastando e o clube teve que fechar. Foi abandonado e em seguida saqueado pela população pobre das proximidades. Levaram até as janelas. Restou uma estrutura carcomida que marcou durante muito tempo o local.
Diz-se que a consolidação do nome Costa Azul deu-se no ano de 1974 quando um condomínio nas proximidades, de nome Pedra de Allhá I, (com dois L) resolveu adotar o nome de Condomínio Costa Azul.
Há quem afirme que, anteriormente, a praia em frente era denominada de Chega Nego por que ali desembarcavam os escravos que vinham da África e os mesmos ficavam alojados numa senzala próxima, onde hoje funciona o Restaurante Yemanjá.
Em verdade, contudo, a Praia do Chega Nego é a atual Praia de Armação que tem esse nome por que ali se “armavam” as redes para serem puxadas a partir da praia. Para tanto, eram necessários mais de 100 homens, 40 deles no mar e o restante em terra. Geralmente as redes possuíam mais de 1000 metros.







A seguir apresentamos a sequência de um grande plágio, desde o de origem baiana no Parque Costa Azul até os das Olimpíadas do Rio de Janeiro. A obra do francês Henri Matisse, marca da entidade filantrópica norte-americana Telluride Foundation, foi desfarçada com algumas modificações que não convenceram a ninguém.
No caso das Olimpiadas do Rio, o Brasil tem tanta coisa que as pessoas poderiam se inspirar e foram logo escolher uma obra tão conhecida. É de se lamentar. Mas, ainda está em tempo de anular o concurso de escolha e abrir um outro para o bem da legalidade das coisas. (Parece que já foi anulado- inserção feita posteriormente)

Pelo que se nota acima, o símbolo das Olimpiadas do Rio mais parece um plágio do "plágio" do Carnaval baiano. Tabelou de um lado para outro.
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Enquanto as barracas são retiradas de nossa orla, os ambulantes infestam as praias com seus horrorosos isopores e sombreiros re-aproveitados o que tornou a situação muito pior, um verdadeiro caos.
















Em seguida, após o Forte de Santa Maria, vindo para a esquerda da orla, temos um espaço problemático – é a chamada praia da B. Tanto na maré cheia quanto na maré vazia, ela não satisfaz.
















