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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Na maioria dos casos, quando se fala em Praça Castro Alves, sua história e composição, (estrutura)  cita-se quase que  exclusivamente seu monumento, como  se  fosse a única peça nela existente. Certamente é o mais importante, não se tem a menor dúvida, mas não é o único.

Primeiramente, há de se considerar que o espaço onde é hoje a praça, foi caminho obrigatório das pessoas que ehegaram nas caravelas de Thomé de Souza aportadas que foram na Enseada da Preguiça. Subiam a ladeira talvez onde hoje se alcança a Ladeira da Conceição da Praia ou usavam as encostas da hoje Ladeira da Preguiça,  Formou-se uma feira onde, possivelmente, os índios dela também participavam. Como índios? Têm-se a certeza que no alto da hoje São Banto, existia um aldeia índia. O acesso era fácil! Ambos os lados tinham pelo menos curiosidade pelos produtos que nela se "trocavam".

E a vegetação como era nesse espaço? Não devia ser muito densa, apesar de que, do outro lado tivéssemos uma floresta como cenario. Chega a impessionar!


Apesar da importância viária para a cidade de Salvador, não se encontra muita coisa escrita sobre a Praça Castro Alves. Não estamos incluindo nesse caso o monumento ao poeta.  Fala-se muito que nela está instalado o monumento à figura de Castro, seu poeta maior, Referem-se com abundância ao grande teatro que ali funcionava no principio do século passado, o Teatro São João, nome dado em homenagem ao Rei D.João de Portugal
Quando o teatro incendiou, foi construído um edifício no seu lugar onde funcionou  a Secretaria de Agricultura do Governo, Hoje abriga a sede das federações esportivas . Nele existe uma placa indicativa de que ali fora construído um dos portões de entrada da cidade ao tempo de Tomé de Souza, conhecido como Portão de São Bento. Aliás, por essa razão, a praça chamava-se Portão de São Bento.


;az  esquina com a Rua Chile na outra ponta, o edifício do Jornal A Tarde construído no lugar de antigo prédio e bem ao centro o Cinema Guarany, tendo a direita a Ladeira da Barroquinha, com destaque para a pequena e bela igreja do mesmo nome, ainda no seu principio.



Antecipando-se no tempo, quando Thomé de Souza fundeou suas caravelas na Enseada da Preguiça e após  determinado tempo aportada no Porto da Barra, transferiu-a para a Enseada da Preguiça por questão de segurança. No alto, àquele tempo, a atual Praça Castro Alves era uma floresta. Como Floresta?! de Salvador, onde é hoje a Praça Castro Alves? Já 

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