quarta-feira, 10 de novembro de 2010

ILHA DOS FRADES - 2

Como dissemos na postagem anterior, a Ilha dos Frades pertence a Salvador e está próxima à Ilha de Maré. Possui 6 km de extensão, aproximados 1335 hectares. Pequena, mas extremamente bela. Já é uma reserva ecológica, fato homologado em 1982. Tem belíssimas praias, montanhas, cachoeiras e lagos. Sua Mata Atlântica está bem conservada. Ainda pode ser encontrado o pau-brasil entre as espécies

Suas belas praias, morros, enseadas e tudo!




Vista do alto, percebe-se que tem o formato de uma estrela de muitas pontas. Fala-se que são 15 pontas! Esta característica proporciona a formação de pequenas enseadas em todo o seu entorno. Fica a 20 quilômetros de Salvador, medindo a partir do Cais do Porto.

Possui um riquíssimo patrimônio arquitetônico como sejam a Igreja de Nossa Senhora do Loreto do século XVIII, a de Nossa Senhora de Guadalupe do mesmo ano e a de Nosssa Senhora do Bom Parto da mesma época, bem como as ruínas de um lazareto e de um armazém de quarentena de escravos.


SENSACIONAL!
O mar em frente e a mata como fundo


Nossa Senhora do Gaudalupe

Cais caprichado
Cais da Ponta de Nossa Senhora
Mora muita gente
Inclusive, gente mais sofistificada

Paraíso dos Turistas
Mais paraíso
Vegetação irretocável
Ruínas de uma antiga igreja - Tinha que ter

Acesso ao ancoradouro
Ancoradouro

A ilha como um todo - Próxima ao Temadre

Temadre

Já falávamos em ruínas na postagem anterior sobre a ilha. Naquela oportunidade, referíamos à Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, caindo aos pedaços. Agora, deparamo-nos com novos destroços quais sejam um lazareto que foi construído no local e o tal do armazém de quarentena de escravos.
Consideramos que há um grande descaso em relação às coisas patrimoniais e históricas de nossa terra. Não dissemos, entretanto, o porquê desse abandono. Fazemo-lo agora: há noticia de que existe na ilha uma pequena vila conhecida como “Vilarejo de Ponta de Nossa Senhora” onde seus moradores não passam de 50 almas.
Consequentemente, numa extensão de cálculos demográficos, a população da ilha não deve ser superior a 400 pessoas, talvez 500.
Pronto! Está explicado o porquê do descaso dos poderes públicos de relação à Ilha dos Frades. Não é um lugar forte de votos. Excluindo as pessoas que não votam – idosos e crianças, o quadro eleitoral não deve ultrapassar a uma centena de eleitores. Logo, não tem político que se interesse por um lugar deste.
Interesse tem os baianos e turistas que gostam de lindas praias, quase virgens, como a de Ponta de Nossa Senhora, Paramana, Tobar e Viração. Essas, felizmente, não sofreram a ação do tempo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

ILHA DOS FRADES

Da mesma forma que Ilha de Maré pertence a Salvador, Ilha dos Frades também lhe faz parte. Ambas são antigas em termos de posse de seus espaços pelos membros da Igreja Católica: Maré em 1584 com a construção da Igreja de Nossa Senhora da Neves e dos Frades em 1640 com a elevação da Igreja dedicada a Nossa Senhora de Guadalupe.

Igreja Nossa Senhora do Gaudalupe

Sensacional localização
Um cais sofisticado
Paraíso dos turistas
E como!

Ancoradouro

Cais da Ponta de Nossa Senhora


Mora muita gente
Veranistas também


A Ilha como um todo- Próximo do Tremadre
TREMADRE
Ruinas de antiga igreja
Nossa Senhora das Neves

Mais não é só de beleza que a ilha existe. Conta-se que houve uma grande tragédia em seu espaço: dois frades que chegaram à ilha para catequizar os índios que a habitavam, foram devorados pelos mesmos. Isto mesmo. Comidos! Diz-se, então que esta igreja onde os padres moravam, fora abandonada. Seria uma forma de esquecer a tragédia. Ninguém dela se aproximava. Foi abandonada.

Porque os índios agiam assim naqueles tempos? Simplesmente porque eles entendiam que devorando as pessoas mais inteligentes ou com variáveis que eles não possuíam, absorveriam para si essas qualidades.



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

ILHA DE MARÉ – SUAS IGREJAS, PRAIAS E POESIA

A Ilha de Maré tem 16 km2 de extensão. Fica nas proximidades da Baía de Aratu. Diz-se até que ela faz parte desse acidente geográfico. Aí é demais para tanta beleza!
Proximidades
Localização

O mar de Maré

As rendas de Maré
 
Foi povoada desde muito cêdo. Há registros de que já em 1584 foi construída a Igreja de Nossa Senhora das Neves em seu espaço.
 
Nossa Senhora das Neves
 
Das Neves? Isto mesmo, apesar de toda a Mata Atlântica que Maré possuía e ainda possue com seu clima absolutamente tropical. O fato é justificado pela maior importância da representação do que mesmo do local. Por isso, vale a pena contar essa história.

Vivia em Roma um ilustre descendente de nobre família romana. Não possuía herdeiros e aí resolveu “consagrar” sua fortuna à glória de Deus. Em determinado dia, a Rainha do Céu apareceu-lhe em sonhos e disse-lhe: – “Edificar-me-eis uma basílica na colina de Roma que amanhã aparecerá coberta de neve”.
Apesar do calor que fazia naquele agosto, no dia seguinte o monte Esquilino estava coberto de Neve para espanto de toda a população e mesmo do Papa Libério que para lá se dirigiu.
O Monte Esquilino é uma das sete colinas de Roma. Era repleto de carvalho. Todos ficaram em meio à neve que se formou.
Construída a igreja a mesma foi denominada de Nossa Senhora das Neves em razão do fenômeno climático.
Além da Praia das Neves, Maré possue ainda a Praia de Itamoabo onde está situada outra tradicional igreja dedicada a Nossa Senhora de Santana daí a praia do mesmo nome, mais a praia do Botelho e Praia Grande.
 
Praia do Botelho
 
O nome Botelho é em homenagem ao poeta barroco brasileiro, Manoel Botelho de Oliveira. Foi o primeiro autor nascido no Brasil a ter um livro publicado.
Seu poema sobre Ilha de Maré é extraordinário। Eis um trecho do mesmo:

Jaz obliqua forma e prolongada
a terra de Maré toda cercada
de Netuno, que tendo o amor constante,
lhe dá muitos abraços por amante,
e botando-lhe os braços dentro dela
a pretende gozar, por ser mui bela.
Nesta assistência tanto a senhoreia,
e tanto a galanteia,
que, do mar, de Maré tem o apelido,
como quem preza o amor de seu querido:
e por gosto das preendas amorosas
fica maré de rosas.
e vivendo nas ânsias sucessivas,
são do amor marés vivas;
e se nas mortas menos a conhece,
maré de saudades lhe parece.
E por ai vai, em longos versos, o grande Botelho de Oliveira (1636/1711).

Agora só nos resta vê-la bem do alto


 

domingo, 7 de novembro de 2010

ILHA DE MARÉ – UMA HIPÓTESE PARA ORIGEM DO SEU NOME






Ilha de Maré em três aspectos

Botelho
Bananeiras

Esta é a segunda postagem sobre a Ilha de Maré. Pelo visto, estamos considerando que ela faz parte da Cidade Baixa de Salvador, desde que integrada no espaço da Baía de Todos os Santos que alcança todos os seus limites.

Na primeira, contamos a história de uma partida de futebol disputada na ilha com fim surpreendente e inusitado, mas verdadeiro। Na presente, fomos procurar o significado da expressão "Ilha de Maré", outro fato inusitado.

Buscamos por todos os lados saber o seu significado ou origem e nada encontramos. Não há nenhuma referência! Quando se pesquisa o assunto diz-se que é uma ilha existente na Baía de Todos os Santos. Claro que é! O que queremos saber é o porquê que ela é chamada de “Ilha de Maré”.

Em casos tais, há de se partir para conjecturas, ou seja, formar uma ideia baseada em suposições, aparências ou probabilidades, enfim, hipóteses.

A principal delas diz respeito ao fluxo e refluxo do mar em torno da ilha. Por longa extensão, as águas ficam rasas e surge uma coroa de areia que permanece ao sol por cerca de seis horas. São as chamadas marés baixas.

Este fenômeno facilita o trabalho das marisqueiras na pesca artesanal de papa-fumos e outros bivalves, por sinal, um dos sustentáculos alimentares de boa parte da população local.

Esse mesmo fenômeno é encontrado na península de Itapagipe e no subúrbio ferroviário, principalmente em frente à Plataforma.
Maré baixa em Maré

Acontece o mesmo na Ilha de Itaparica, por exemplo? Não acontece! A maré vaza efetivamente, mas não se formam corroas de areia.

Se formos classificar as duas ilhas por este motivo, poderíamos dizer que Itaparica é uma ilha sem maré baixa e a outra seria uma Ilha de Maré baixa.

Parece que faz sentido a comparação ou, pelo menos, encontrou-se uma hipótese de tentar explicar o significado do nome Ilha de Maré com as ressalvas necessárias que casos tais precisam ter.

Claro que estamos aceitando comentários e sugestões.

sábado, 6 de novembro de 2010

ILHA DE MARÉ – SEU ANTIGO CAMPO DE FUTEBOL E SUA MOQUECA DE CACONETE

Ilha de Maré

Os atrativos da Ilha de Maré começaram a ser percebidos pelos moradores de Itapagipe durante as décadas de 1940/50. Naquele tempo, ninguém tinha lancha ou escuna, mesmo catamarã. Esse tipo de embarcação só foi introduzido no Brasil nos anos 1960 quando o português chamado “Manelis” navegou até o Maranhão via Jericoacoara, Ceará e criou família na praia de Outeiro. Hoje São Luis do Maranhão é considerada a capital dos catamarãs pelo grande número de barcos dessa classe.

Desde aquele tempo - 1940/1950- já era famosa a moqueca de caçonete de Maré.


Por causa dela, quase aconteceu uma tragédia shakespeariana. Veja a sua história:

Era muito comum naquela época cada bairro ter seu time de futebol, inicialmente formado na praia e quando se sentia forte, aventurava-se pelos campos de Salvador e da Várzea, como Papagaio em Itapagipe; Tupi na Boa Viagem, Galícia na Barra e Periperi na várzea, entre outros.

Em Itapagipe formou-se o Esporte Clube 2 de Julho, camisas verde e amarela, naturalmente. Apesar de merecer, o time tinha esse nome não em homenagem à data magna da Bahia, mas pelo fato de que a maioria dos seus integrantes moravam na antiga Rua 2 de Julho,hoje Visconde de Caravelas, paralela da Avenida Beira-Mar à esquerda e do Porto dos Mastros, à direita.

Pois bem! O "grande clube" foi convidado a jogar em Ilha de Maré contra a seleção local. Os organizadores estavam garantindo uma belíssima moqueca de caçonete.

Num domingo pela manhã os atletas embarcaram num saveiro de dois panos pertencente ao pai de um dos jogadores. Viagem maravilhosa com vento apopado. Chegaram por volta das 10 horas sob uma chuva de foguetes de flechas. A ilha estava em festas por causa do grande jogo.

Após a viagem, seria prudente que os jogadores descansassem. Não foi o que aconteceu. Botaram suas sungas e foram se deliciar com ás águas maravilhosas da ilha. Naturalmente tomaram uma cervejinha e comeram seu abará. Paqueraram as nativas da ilha e só saíram da praia na hora da moqueca. Realmente, algo excepcional, feita pela mais famosa cozinheira da ilha.

Às 15 horas teria inicio o encontro futebolístico. Teria que ser assim cedo, por causa da volta dos jogadores visitantes. Senão teriam que viajar à noite, o que não era muito aconselhável.

Garboso o 2 de Julho entrou em campo, campo este que era puro barro. Só tinha verde, fora das quatro linhas. Do outro lado, entrava a seleção local, saudada por uma bateria de foguetes. De logo, o juiz que era da Federação Bahiana de Desportos Terrestres, a FBDT, vindo de Salvador, notou que havia algo de errado. Enquanto os jogadores do 2 de Julho estavam de chuteiras os do time local estavam descalços.



Chamou ao centro do campo os dois capitães e lhes fez ver que, para que o jogo se iniciasse, haveria de ter uma uniformidade de equipamento. Ou os jogadores do 2 de Julho tiravam suas chuteiras ou os jogadores da seleção local colocariam as suas.

De logo, o capital da seleção explicou que eles não tinham chuteiras, nunca jogaram de chuteiras e que isto era coisa de “profissionais”. Já o capitão do 2 de julho explicava que num campo como aquele, de barro, era impossível jogar sem chuteiras. Iriam estourar totalmente os pés.

Criado o impasse, o Dois de Julho começou a se retirar de campo. Não haveria jogo. Embarcariam de volta para Salvador.

Nesse momento entrava em campo o Presidente da liga local. O cara tinha quase dois metros de altura. Portava na cintura um facão. Brilhava ao sol! Chamou o capitão da equipe visitante ao lado e lhe disse baixinho e pausadamente : “vocês vieram aqui; foram recebidos com fogos; comeram a minha moqueca e agora estão dizendo que não jogam? Ou vocês jogam ou ninguém vai sair (vivo) dessa ilha”. O “vivo” foi dito no ouvido, bem baixinho, mas com ar de verdadeiro. O grupo amarelo e verde, agrupado ao lado do campo, ouviu do capitão o recado do presidente da liga. Confabularam. Ou jogamos ou vai haver uma tragédia. Tiraram as chuteiras. Jogaram. Perderam de 7x0. Ganharam imensas e doloridas bolhas de sangue nos pés. Retornaram a Salvador. Vez em quando colocavam os pés n’água procurando aliviar a dor.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

BAIA DE ARATU

Costuma-se dizer que a Baia de Aratu é uma “baía dentro de uma baia”. Acho pouco e até por vezes injusto e/ou depreciativo. Em nosso entender a Baia de Aratu é a apoteose mais btilhante que a Baia de Todos os Santos poderia ter. O espetáculo dela própria – Baia de Todos os Santos – Já foi maravilhoso quando tratamos sua parte oeste aonde se situa o Subúrbio Ferroviário. Se após isto, incluirmos as 56 ilhas que dela fazem parte, será necessário muito fôlego, muita cor e brilho e, principalmente, inspiração.
Mapa da Baía de Todos os Santos

Em postagem bem anterior, o geólogo Sérgio Netto explicou que as baias se formam pela força das águas penetrando terra à dentro. Isto é, elas não se formam por si mesmo, dentro dela por qualquer manancial de água próprio, como são os casos dos lagos que se originam dessa maneira. A coisa vem de fora com uma fúria imensa que só os mares conseguem ter.

No caso específico, talvez não tenha sido necessária muita força. O espaço deveria ser todo ele uma floresta de mangues e as águas foram penetrando por entre as árvores, maciamente, desenhando seus caprichosos caminhos e lagunas internas. Eis o resultado:



A bela Baía de Aratu

A nome Aratu origina-se de um caranguejo desse mesmo nome, o Goniopsis cruentata, uma espécie de porte médio, coloração vermelha com pequenas manchas ora brancas, ora escuras, em seu casco cor de cinza ou talvez cor de chumbo.

O belo caranguejo vermelho
Aratu circulando

A espécie é também conhecida como aratu-da-pedra, aratu-marinheiro, aratupeba, aratupinima, carapinha e marinheiro। Vive em mangues. Tem hábitos noturnos. Como não constrói buracos, invade os buracos dos caranguejos de outras espécies. É também chamado de Espia-moça, Túnica ou Artu. Esperto o bichinho! Às vezes pega alguém desprevenido.

A Baia de Aratu abriga em seu interior a Base Naval de Aratu, o Porto de Aratu, um estaleiro e duas marinas (Aratu Iate Clube e Marina Aratu);

Porto de Aratu

A Base Naval de Aratu está localizada na Baia de Aratu.. Começou a operar em 1º de janeiro de 1970. Portanto, tem 40 anos. Possui dois cais, um dique seco, oficinas, heliporto e alojamentos.
A base possui um moderno Complexo de Magnetologia que desenvolve pesquisas e análises na área e o controle magnético das embarcações da Marinha do Brasil।

À seguir transcrevemos um trabalho organizado pelo Ministério da Defesa do Governo Brasileiro:

“As terras onde hoje se instala a Base Naval de Aratu pertenciam a Antonio Torres, um rico comerciante portugues e proprietário de diverwsos navios que comercializavam especiárias. A idéia de construção de uma base naval na área correspondente as antigas fazendas da Ponta da Areia, Pombal e Boca do Rio remonta ao ano de 1883, quando o Primeiro-Tenente Antônio Alves Câmara, então comandante da canhoeira “Traripe” foi incumbido com a missão de realizar o levantamento de um local apropriado para a mudança do Arsenal de Marinha da provincia da Bahia.
Mais tarde, durante a Segunda Guerra Mundial, a Marinha dos Estados Unidos construiu bases navais ao longo de todo o litoral brasileiro. Na cidade de Salvador foram criadas duas bases navais: uma base aeronaval em Aratu e outra destinada a prestar apoio logístico a “destroyeres” (denominada Base “Baker) localizada em frente ao porto de Salvador na área onde hoje funciona o Grupamento de Fuzileiros Navais. Após a guerra, estas bases foram entregues ao Brasil, ficando inicialmente a Marinha com a base aeronaval de Aratu.
Assim, no ano de 1949 surgiu a idéiam de construir uma base naval em Aratu. Entretanto, devido a vários motivos, somente em 1959 foi aprovado o ante´projeto de construção pelo então Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Sylvio de Noronha. A Base Naval foi criada pelo Decreto 64.630 de 03 de junho de 1969, entrando em funcionamento em 1º de janeiro de 1970".

Área Verde- Belíssima
Base Naval de Aratu


O Porto de Aratu é um porto brasileiro localizado no estado da Bahia, na baía de Todos os Santos, no município de Candeias, na baía de Aratú, próximo à entrada do canal de Cotegipe, em frente à costa leste da ilha de Maré.
O porto é responsável por 60% de toda a carga movimentada em modal marítimo na Bahia, portanto possui grande importância para a economia da Bahia, pois serve como meio de escoamento da produção e da entrada de produtos para o Pólo Petroquímico de Camaçari, o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Complexo da Ford de Camaçari.
Em 11 de abril de 1966, foi criado o Centro Industrial de Aratu e, em 17 de dezembro de 1968, o governo federal autorizou à Usina Siderúrgica da Bahia S.A. (Usiba) a construção de um terminal de uso privativo na Ponta da Sapoca, na Baía de Todos os Santos. Decorridos cerca de três anos, foi aprovado, em 1 de outubro de 1971, pelo Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis do Ministério dos Transportes, o projeto de implantação do Porto de Aratu e foram iniciadas, na mesma data, as obras a cargo do governo estadual. A inauguração das primeiras instalações de acostagem e depósitos ocorreu em 26 de fevereiro de 1975, com a atracação do navio Guanabara.


Porto de Aratu
Porto de Aratu

Por fim, o Aratu Iate Clube. Belíssimo. Muito bem localizado. Talvez o clube de iate mais vibrante da Bahia. Suas regatas são constantes e bem disputadas.
Ancoradouro

Uma das concorridas regatas do Aratu Iate Clube