
Em Salvador já tínhamos algumas buscando esse padrão. Um luxo! O banhista unia o útil ao agradável. Útil, o banho de sol e de mar; agradável, a cervejinha e o caranguejo depois do banho, afora a sombra..
Esta festa acabou!
Destruição implacável
Mas a cerveja e o refrigerante continuam sendo servidos na praia. Certo! Contudo, a “emenda ficou pior que o soneto”. Um monte de horríveis isopores e guardas-sol mofados estão infestando as nossas praias em quantidade superior às então barracas.
É claro que isto iria acontecer. Admitamos que na antiga barraca trabalhassem 10 pessoas:o proprietário, a esposa ou o filho, o cozinheiro, e mais 5 ou 6 garçons. Pelo menos a metade desse pessoal optou pelo isopor, quintuplicando o número de pontos de vendas.
Se eram 500 barracas, virou 2.500 pontos de venda de cerveja e refrigerante enchendo as nossas praias. É um visual terrível, verdadeiro “mercado persa”.
E tem outro problema que levantamos outro dia. A questão da higiene desses isopores. Como se sabe, eles são guardados em lugares pouco recomendados, até em cantos de ruas. Devem sofrer contaminação provocada por ratos e baratas.
Será que eles são higienizados antes da colocação dos produtos e gelo? Se não são, as latas de refrigerantes e cervejas serão contaminadas. Nada adianta aquela cobertura que agora estão colocando na parte superior, pois toda a lata estará contaminando as mãos.

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