Já “FRICOTE” de Luiz Caldas em 1985, marco zero da chamada axé music, já pedia mais movimentação corporal.
A coisa aumentou com Faraó com o Olodum, em 1987, já provocando um gingado “á lá candomblé”, contorcendo o corpo como nas reverências dos grandes salões.
Já em 1991 com Prefixo de Verão, a coisa começou a balançar mais forte. Ae,ae,ae,ae\EI, ei, ei, ei\ OÕôÕÕ.
Em 1995 o caldo engrossou com Melô do Samba (Segura o Tcham)- Muito rebolad0 com Sheila Mello e Carla Perez.
E por ai vai, entrando nisso tudo a irreverência de Durval Lélis sempre criando novos ritmos e consequentemente novas danças e rebolados. Um gênio.
Este ano, a coisa vai pegar com a tal "ai se eu te pego”. Não vai dar outra. Felizmente, na musica tem um “se”, pois do contrário iria dar muito problema. A coreografia é muito forte – contêm gestos ousados do pega-pega. O que dizer para uma criança?
Nada, diriam muitos ou “a vida é assim mesmo” ou melhor, começa assim. Uma pena!Pior são as cenas em baixo de um andredon de dterminado programa de TV liberado pela crítica até 12 anos. E o que dizer das novelas, também liberadas para esta idade. Cenas de crime, traições, mesmo sexo ou principio dele. Aí a coisa pega mais.




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