ATÉ HOJE JÁ TIVEMOS MAIS DE 400 MIL CONTATOS

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

LADEIRA DA CONCEIÇÃO DA PRAIA - SERIA A PRIMEIRA DAS LADEIRAS DE SALVADOR.?..


Quando Tomé de Souza transferiu sua frota do Porto da Barra para a Enseada da Preguiça por questões de segurança aproximou-se do ponto onde seria montada a Cidade de Salvador no alto da colina. Claro que precisava de um ponto menos íngreme para alcançar o local onde seria montada a cidade. Vejamos na ilustração abaixo esta situação:


Ilustração: Seta vermelha indica a Igreja de N.S. da Conceição;  Seta Azul indica o caminho tomado pelos colonos para alcançar à Praça Castro Alves; Seta amarela mostra os elevadores.

Em sendo assim, a Ladeira da Conceição teria sido a primeira ladeira de Salvador. Essa primazia é dividida com a Ladeira da Preguiça que fica ao lado da Conceição da Praia. É difícil determinar.



Ladeira da Conceição da Praia

Artífices da ladeira da Conceição

Estás a passear ou....?





terça-feira, 16 de dezembro de 2014

AVENIDA 7 DE SETEMBRO- UMA INFLUENCIA DE PARIS

A Avenida 7 de setembro, a grande obra de J.J. Seabra, teve visível influencia das obras realizadas em París entre 1809-1891 pelo Barão George Haussmann (1809 – 1891),

Da mesma forma como aconteceu no Rio de Janeiro, em Salvador abriu-se novas avenidas, com notável destaque para a av. 7 de setembro, realizada no governo J.J Seabra entre os anos 1912/1924.

Este trabalho visa mostrar como era a cidade de Salvador antes da atual av. 7 de Setembro:

Mercês
Rosário
Piedade

Obras do Sulacap


Vitória
atual trajeto


São Bento
Mercês
ROSÁRIO

Igreja das Mercês


Com a execução de todas estas obras,
Haussmann acabou criando um estilo, onde todas
as reformas que ocorreram ao molde de Paris –
abertura de grandes avenidas, demolições de
velhas edificações, higienização da cidade e
implantação de serviços urbanos – passaram a ser
classificadas como “haussmanniana”.

domingo, 7 de dezembro de 2014

UM JEITO PARA NOSSO FUTEBOL

Mais uma vez o futebol baiano está na segunda divisão do futebol brasileiro, mas desta vez é diferente de outras ocasiões. Temos um dos melhores estádios do País digno dos maiores espetáculos desse esporte, ou seja, é um palco para receber os maiores clubes, consequentemente, os maiores craques que estejam em ação. Contrariamente, por cerca de um ano, a Fonte Nova, chamada agora de Arena, irá receber, por exemplo, o Arapiraca e assemelhados. Rigorosamente, estaremos assistindo a espetáculos de segunda categoria, os mambembes da vida.


Os especialistas do esporte chamado beltrão tentam iludir o público convidando-o a comparecer ao estádio de qualquer maneira com conhecidas manchetes de que Bahia e Vitória precisam voltar à Primeira Divisão e que para tanto o público precisa comparecer em massa ao estádio, como se nada tivesse acontecido.
Claro que todos estão a defender seus salários nas emissoras e jornais e em alguns casos até o seu próprio emprego, essa é a verdade.
Compreende-se a situação, mas concomitantemente seria necessária a abertura de uma campanha junto ao público de um modo geral incitando-o a colaborar efetivamente com os clubes tornando-se sócio contribuinte como acontece com os clubes da Europa, mesmo de São Paulo, clubes esses que chegam a ter perto de quinhentos mil sócios.
Mas na Bahia é diferente. Não há essa conscientização. É de todos sabido. Então que se use o pagamento obrigatório, ou seja, em cada ingresso vendido, cobrar-se-ia uma taxa fixa de 5 reais destinada a cada clube como sendo uma contribuição associativa de cada torcedor.

Seja qual for a renda, essa taxa seria sagrada e repassada todos os meses a cada clube dispujtante.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

DIA DE SANTA BÁRBARA

Hoje é dia de uma grande santa. Santa Bárbara. Também é meu dia. Nasci nesse dia. Como de costume, presto-lhe minha homenagem da melhor forma ;  penso nela, rezo por ela e com ela. Visto-me com algum complemento vermelho, sua cor., Faço o que posso, por exemplo; mando uma de minha filhas fazer um caruru. È de costume.Acendo velhas. Rezo por ela e por todos  ao meu redor; rezo também pelos mais necessitados; que Santa Bárbara os proteja.


SANTA BÁRBARA





domingo, 23 de novembro de 2014

FÁBRICA DE RAPÉ DO SOLAR DO UNHÃO

Pouca gente sabe que o nosso Solar do Unhão na Contorno já foi uma fábrica de rapé. Sim! Rapé! Era um produto originário do fumo ou era o próprio fumo ralado.

Solar do Unhão

  1. Caixa de rapé inglesa

Foi usado inicialmente pelos indígenas. É considerado terapêutico, e algumas etnias também o preparam com enteógenos como as sementes de paricá. Entretanto, o rapé indígena é apenas para consumo não-ritual, e cada etnia possui suas próprias receitas. Os kaxinawá (hunikui) do Acre o preparam com meia porção de tabaco e meia porção de cinzas de madeiras selecionadas. Consomem o rapé com grandes canudos em forma de V chamados tipí, pois nesse caso não aspiram, e sim são "soprados" por um parceiro.

Relatam que o rapé se usa para esfriar o corpo, pois quando se trabalha muito debaixo do sol, ao ir tomar banho de água fria das cacimbas, pode-se pegar um resfriado, e é bom cheirar rapé antes. Mais que estimulante, portanto, o que o uso do rapé faz é baixar a pressão.
Nobre cheirando rapé
Em 1561, Jean Nicot, embaixador da França em Lisboa, que descreveu as propriedades medicinais do tabaco como uma panaceia em seus escritos, é creditado por ter introduzido o rapé na corte de Catarina de Médici para tratar suas fortes e persistentes dores de cabeça.1 3 Catarina de Médici ficaria tão impressionada com suas propriedades curativas, que prontamente declarou que o tabaco passaria a ser denominado Herba Regina, (em latim, Erva Real), e seu selo real de aprovação ajudaria a popularizar o rapé entre a nobreza francesa.

Catherine de Médicis



sábado, 22 de novembro de 2014

A HISTÓRIA DE UM GRANDE HOSPITAL - PORTUGÊS

Estivemos fora do ar, como se diz, por certo tempo. A vesícula nos pegou. Ficamos internados no Hospital Português por determinado tempo. Claro que ficamos conhecendo por dentro o tradicional estabelecimento hospitalar da cidade no que se refere ao tratamento do cliente. Entramos em contato com grandes profissionais de saúde, especialmente Dr. Roberto Valente. Gente muito boa. Competentíssimo e um homem extremamente simpático. Cura o corpo e a mente.

Claro que não poderíamos deixar passar a oportunidade de reviver a história desse hospital feita há algum tempo atrás nesse blog.

1-    O nome original do Hospital Português era “Sociedade de Beneficência Dezesseis de Setembro.” Sinceramente, não sabemos a razão dessa data.

2-      Começou a funcionar no local onde é hoje o Hospital da Sagrada Família no chamado Alto do Monte Serrat, mais nas proximidades do Bonfim.

Antigo Hospital Português, hoje Hospital da Sagrada Família


3  Transferiu-se para a Cidade Alta na Av. Princesa Izabel onde existia um palacete pertencente à família José de Sá. Antes tentaram outros locais como as mansões pertencentes às famílias Antônio Carlos Soveral e José Joaquim Fernandes Dias no Corredor da Vitória.

Palacete José de Sá- Extraordinário








Hospital Português na Princesa Izabel

A  escritura foi lavrada em 1930 e as antigas instalações na Cidade Baixa foram vendidas em 1938.

No seu plano de expansão o hospital enfrenta um problema. Entre a igreja e uma nova unidade na Princesa Izabel acha-se uma prédio velho (número 13) que, parece que o proprietário estaria pedindo muito alto. Parece que não se chega a um acordo e o prédio permanece no local, absolutamente degradado e coberto de mato por todos os lados. Claro que o mesmo corre sério risco de desabamento com risco às pessoas que circulam no local. Claro que o hospital não teria culpa. Seria mais do proprietário ou da Prefeitura que ainda não interviu.
Número 13





     










segunda-feira, 3 de novembro de 2014

NOSSA SENHORA DE BROTAS DE SALVADOR E DE PORTUGAL

Em 5 de julho de 2011, tivemos ocasião de publicar uma postagem sobre o bairro de Brotas. Tratamos da origem de seu nome. Por quê? Havia alguma dúvida? Sim! Havia!

Certos segmentos diziam que o nome Brotas é originário de Glotas que significa “olho d’Água, ou seja,   que brota da água; mato ou capim e por ai vai.

Pouca gente admitia que Brotas fosse originário de Nossa Senhora de Brotas em Portugal, distrito de Évora onde existe uma igreja dedicada à Nossa Senhora de Brotas construída pouco antes de 1424.



Agora, recebo de Brotas um e-mail da autoria do padre Mario Tavares de Oliveira, pároco de Brotas – Portugal, elogiando este blog pela definição mais do que correta do nome Brotas.



Padre Mário Tavares de Oliveira - Pároco de Brotas, Portugal

Meu prezado amigo, permita que o trate deste modo. Sou P. Mário Tavares de Oliveira, actual pároco de Brotas, Portugal. Parabéns por ter corrigido a origem do nome de Brotas. Hoje esteve aqui no Santuário de Portugal uma peregrinação da Paróquia de Brotas de São Salvador da Baía com o seu pároco Mons. Edmilson Macedo. Foi maravilhoso. Demos abraços do tamanho do Atlântico! Foi um momento de resgatar a história, no dizer de Mons. Edmilson. Junto anexo algumas fotos.
Grande abraço"
P. Mário

E surpresa, aliás, agradável surpresa: um grupo de baianos da Paróquia de Brotas de Salvador visitava a Igreja Nosssa Senhora de Brotas em Portugal. Vejam uma das fotos enviadas pelo referido padre:



Baianos em Brotas - Portugal - até com bandeira da Bahia


Igreja Nossa Senhora de Brotas - Salvador-Bahia