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quinta-feira, 5 de julho de 2012

UM 2 DE JULHO DIFERENTE

Muitos que, pela primeira vez, participaram este ano do desfile em homenagem ao 2 de Julho, os turistas por exemplo e as crianças, não entenderam nada! Foram para as ruas centenárias da Lapinha e Santo Antônio Além do Carmo, certos de presenciar um grande ato cívico, um dos poucos que ainda existem no Brasil, relembrando a independência desse País, e se depararam com cenas de pugilato, xingamentos, protesto de professores e muito exibicionismo de candidatos à Prefeito de Salvador. Cada qual procurando aparecer mais do que o outro. Infelizmente, roubam para sí o verdadeiro espetáculo que é o tradicional desfile, secular. Como resultado, o povo saiu de suas residências para ver uma coisa e assistiu outra. Essas manifestações políticas deveriam ser proibidas.
Os símbolos representativos da festa, as imagens do Caboclo e da Cabocla, Maria Quitéria e Joana Angélica, foram esquecidos.



Oportunamente, dois dias após, aconteceram as comemorações da Independência dos Estados Unidos (4 de julho). Vejamos as diferenças: Um comentário à respeito: “Nesse dia, as pessoas costumam se vestir com detalhes da bandeira americana, elas vão às ruas, onde ficam acenando com bandeirinhas para aqueles que participam das Paradas. O vermelho, azul e branco tomam conta das ruas e calçadas; bandeiras para todos os lados, estrelas e símbolos da Independência espalhados por vários lugares. O feriado, portanto, é data de celebração patriótica e eventos familiares em todo o país. Nas palavras do fundador John Adams, o feriado seria “O grande festival de aniversário. Deveria ser comemorado como o dia da libertação. Deveria ser solenizado com pompa e gala, com espetáculos, jogos, prática de esportes, salvas de tiros, badaladas de sinos, fogueiras e iluminações, de uma ponta a outra do continente, de agora para todo o sempre”.

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