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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

MEU BAIRRO QUERIDO - RIO VERMELHO - 2

Hoje estando em Ondina, mesmo na Barra, fica fácil e rápido alcançar o Rio Vermelho. Uma via asfaltada liga essas localidades. Ônibus e carros levam poucos minutos. Até o pessoal do Cooper mais caprichando, vai até lá.
Mas antigamente, na metade do século XIX até quase os anos 30 do século XX até  40, não existia essa facilidade.. Entre essas localidades existia uma fechada Mata Atlântica, onde se tinha sítios e pequenas fazendas.
O único acesso conhecido daquele tempo era meio complicado. Foi implantada uma linha de trilhos entre o Campo Grande e o Rio Vermelho rasgando a mata. Essa trilha até então só era feita à cavalo ou a pé para os que podiam andar bem.
 


Foi usado um trem à vapor chamado "a máquina". Saía do Campo Grande pela atual Rua Leovegildo Filguieras, contornava os terrenos dos Padres Jesuítas para vencer a forte declitividade, daí o topônimo “Curva Grande”, passava por baixo do 1º Arco, atingia a Rua Gomes Brandão, depois a Av. Garibaldi, passando por baixo do 2º Arco e, finalmente, Rua da Paciência, já no Rio Vermelho.
Trajeto do Trem
Trajeto do Bonde (15)


Há poucos metros do Rio Vermelho
Pedra da Sereia
 
Rua Pedra da Sereia
 
 Praia da Paciência

A primeira igreja - A nova e a Casa de Iemanjá
Destaque para a praia- Belíssima
Casa de Iemanjá indica a placa. Em frente a nova Igreja

 Casa de Iemanjá

Teatro e ao fundo o Hotel Pestana

Esta casa é um teatro

Está sendo alugada- Vender não pode
Casa da Dinda - a Verde
Espinha de Peixe
Largo da Mariquita

Praaça Cristovão Colombo

Rio que dá nome ao bairro

Centro de gastronomia e hoteis no alto

Hotel Pestana
Hotel Ibis
Café e Cognac- Tradicional e premiada casa alemã

A Sereia

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