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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A EXTENSÃO DA COLABORAÇÃO

Certamente que a comunidade que se instalou em Vilha Velha ou Vila Pereira, Barra, não deixou de colaborar na construção da nova cidade. Mas, o que se dizer de Diogo Álvares Correia e os índios Tupinambás? Poder-se-ia fazer uma cidade mais aberta com ligações fluentes com a Vila da Graça, ou Vila Catharino, como alguns chamavam-na.

Não foi isto que aconteceu!A cidade foi toda “murada” justamente para evitar os ataques dos índios, sempre em polvorosa e surpreendentes।
Em consequência, o seu crescimento se deu em direção ao norte para as bandas de Santo Antônio e do Barbalho, onde fora construido um forte. A Porta de Santa Luzia, aquela da hoje Praça Castro Alves, foi a última a ser aberta, justamente a mais próxima das terras dos Tupínambás.





 

Planta da Cidade de Salvador – Capital do Brasil – 1714

Acima, a planta da cidade datada de 1714। Vê-se, claramente, seu crescimento para o norte.
Sobre o assunto, precisamos recorrer ao nosso blog “Salvador História Cidade Baixa.Blogspot.com”, onde tratamos dessa questão. Reproduzamos parte dele:

"Quando já havíamos encerrado a postagem anterior sobre a Jequitaia, oportunidade em que afirmamos que antigamente Salvador só tinha um acesso à Cidade Alta, não havíamos ainda tomado conhecimento da planta acima, datada de 1714.

Pela sua clareza, não poderíamos deixar de publicá-la, desde que ela mostra, nitidamente, o referido acesso, à esquerda do mapa. É a Ladeira da Jequitaia, hoje chamada Ladeira da Água Brusca".

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