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terça-feira, 26 de abril de 2011

BARRA – DESTAQUES – SEGUNDA PARTE

O Largo do Farol é como se fosse um largo indefinido, isto é, não se define inteiramente como um largo, propriamente dito. Parece mais uma rua larga, desde que possui todos os componentes desse equipamento. Os carros circulam pelos seus espaços, estacionam, tem posto de gasolina, tem cruzamentos, enfim, tudo que possui uma rua.


Largo do Farol
Não fossem os componentes que lhe são próximos e não teria a menor expressão. Do lado do mar, o próprio sempre magnífico; ainda deste lado o Farol da Barra encimando a Ponta do Padrão; defronte o Ed. Oceania; mais para dentro a Cabana da Barra; mais adiante na sua extensão norte o Hospital Espanhol.

Vejam o que escrevemos em nosso blog Circuito Barra- De Vila Pereira à Vila Catharino:

“O Largo do Farol também se chama Praça Almirante Tamandaré e bem no muro da Cabana dos Marinheiros, como é conhecido o Clube de Oficias da Marinha, está lá gravado - em bronze - o nome do almirante e no canteiro em frente, acha-se o seu busto.

Tiveram coragem de mudar o nome do largo. Afinal de contas, toda essa praça, o farol em frente, o Museu Náutico, a Cabana da Barra e o pequeno hotel, afora o mar, são partes integrantes da Marinha. Está certa a Marinha em manter a placa!"



Busto do Alm. Tamandaré e ao fundo o Clube de Oficiais da Marinha, conhecido como a Cabana da Barra.

O clube fica do lado contrário à balaustrada, na esquina da Rua Afonso Celso com a Av. Oceânica. Ocupa esse espaço há muito tempo e logo em seguida, a Marinha mantém um hotel de trânsito.

Hotel de Trânsito da Marinha – Elegante!


De relação ao Hospital Espanhol, anotamos:

"Logo após o hotel vê-se um conjunto de apartamentos e em seguida o tradicional Hospital Espanhol com destaque para a mansão em cima do Morro do Gavazza (uma de suas extremidades). Foi comprada pelo hospital e integrada ao mesmo".

Parte alta do Hospital Espanhol - Belíssima!

De relação a esta mansão, foram feitas intermináveis pesquisas de relação à pessoa que a construiu, quem nela morou e em mãos de quem o hospital comprou. Nada foi encontrado. Em sendo assim, somos forçados a fazer conjecturas e hipóteses, o que é bastante válido em situações tais. A primeira conjectura diz respeito à própria mansão. Ela tem um altíssimo padrão. Consequentemente, deve ter pertencido à gente muito rica. Foi construída em local privilegiado, o que nos inclina a pensar no prestígio social-politico de seu proprietário ou proprietária. Outra conjectura interessante diz respeito ao ano em que foi construída. Já apresentamos gravuras  do ano de 1700 onde ela já aparece ao fundo. É muito antiga.

O Hospital Espanhol deve ter vindo para a Barra por volta de 1900, desde que em 1897 ainda funcionava no Campo da Pólvora.

Atualmente ele se amplia com um anexo muito bonito

O novo anexo – Muito bonito

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A tradicional instituição hospitalar denomina-se em verdade Real Sociedade Espanhola de Beneficência e, práticamente, toda a colônia espanhola residente em Salvador é sócia da mesma, bem como sua direção é de descendentes espanhóis ou são espanhóis. É uma instituição modelar.

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